“O acompanhamento de perto pode prevenir problemas no futuro”



A dermatologista Cristina Beatris Bergamaschi, natural de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, concluiu a faculdade de medicina na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e fez residência em medicina interna na Santa Casa de Rio Grande. Chegou a trabalhar por períodos curtos no interior do estado, mas logo encontrou em Porto Alegre o cenário ideal para a especialização em dermatologia, na PUCRS, e o exercício da profissão.


Na capital, se juntou aos especialistas do M - Espaço de Medicina e Saúde. Em uma estrutura compartilhada com médicos de várias outras especialidades, Cristina põe em prática uma visão em que acredita: oferecer um tratamento próximo e duradouro aos pacientes.


“Ter o acompanhamento e esse vínculo é o que dá mais sentido para a profissão. Isso proporciona um tratamento melhor, mais próximo, e pode até ajudar a detectar um sintoma precocemente”, acredita.

Prevenção e acompanhamento, inclusive, são práticas importante para o trabalho da médica. Ela trata pacientes com câncer de pele e procura repassar a importância de se manter atento aos fatores de risco da doença e seguir adequadamente os tratamentos. Conversar, explicar e estar completamente inteirada com cada caso, ela observa, melhora até a autoestima do paciente.


“O acompanhamento de perto pode prevenir problemas no futuro”, garante.


Atuação integrada com outras especialidades é ponto forte para o paciente

O foco de Cristina, atualmente, está em tratamentos estéticos, que incluem o badalado preenchimento, por exemplo - ainda em 2019, ela deve fazer uma nova especialização na área. Mas também recebe pacientes para procedimentos e complemento clínico, na dermatologia geral. O perfil da médica é complementar às áreas de atuação dos demais especialistas do espaço de saúde - o que, para ela, é um diferencial. Pessoalmente, que tem a chance de discutir casos com colegas de profissão no mesmo prédio, e para o paciente, que aproveita as vantagens de resolver várias questões de saúde em um mesmo lugar.


“Esses pacientes acabam ficando na clínica, para aproveitar todas as especialidades. A pessoa vai até lá para ver um especialista e descobre vários. Acaba se tornando um acompanhamento global”, finaliza.
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